quarta-feira, 19 de junho de 2013

Participe da Grandiosa Festa em Honra a São Roque e Nossa Senhora do Rosário no dia 18 de Agosto de 2013 na Paróquia Nossa Senhora do Rosário em São José do Herval - RS


História do Povo zanata

A ENXADA E A LANÇA
A África antes dos portugueses
História do Povo zanata

...Quando os azenegues conquistaram Audagoste, a aparência da cidade – “encantadora”, segundo Ibne Hawkal – era a de um vergel. Onde os nômades, muito provavelmente, se guardaram de viver. Acampavam à sua borda, em tendas ou em precários abrigos de caniço e de ramos. Mas tinham sob controle o acesso à urbe e lhe taxavam o comércio, cuja prática deixavam nas mãos dos zanatas. 
“Gana” – ensina-nos Al Bakri, no seu famoso Livro dos itinerários e dos reinos – “ é o título usado pelos reis de um país cujo nome é Aucar.” Essa denominação real, que significava “chefe de guerra”, não era a única. Ao soberano davam-lhe também as designações de tunca e caia-maga, ou caia-manga, “o rei do ouro”.
... e grupos humanos, que lhe pagassem tributo e lhe pudessem fornecer soldados para a guerra, servidores para a corte, levradores para os campos reais. As campanhas militares expansionistas tinham por escopo, assim, conquistar gente. Mas as terras acompanhavam os novos súditos, vassalos e servos.
Parte da atividade militar concentrava-se em defender o reino de seus vizinhos – como Tacrur, Gaô e vários outros – que perseguiam o mesmo objetivo de ampliar as suas próprias redes de fidelidade política. E a maior preocupação consistia em resguardar das ambições dos berberes os portos caravaneiros da margem meridional do Saara.
Entre os berberes figuravam os azenegues, asnagas ou sanhajas, senhores do deserto, desde o uede Dara ou Dráá, ao norte, até o Sael, ao sul, e do Atlântico até o Hoggar. Os azenegues dividiam-se em grandes grupos, que, em geral, se hostilizavam mutuamente, mas podiam formar passageiras federações. Tão efêmeras, muitas vezes, quanto a paz entre as tribos de que se compunha cada um daqueles grupos. E eles eram: logo abaixo dos Oasis meridionais do Marrocos, os lantas e os jazulas; mais para o sul, os fornecedores de guias para as caravanas e seus protetores ou atacantes, os massufas; ao longo do litoral atlântico, os judalas; no Adrar mauritano e no Tagante, os lanturnas.
De rostos cobertos com um véu – que os árabes chamavam de litham - , os azenegues, com seus camelos, controlavam não apenas as rotas das cáfilas e os oásis, e os poços do deserto, mas também as grandes minas de Tagaza e outros depósitos de sal-gema, formados em depressões onde outrora houvera lagos.
Donos do sal, detinham os sanhajas a mola do comércio transaariano. Os grandes mercados, no entanto, estavam, nas cidades do sul do Magrebe, nas mãos dos berberes zanatas, e no Sael, em parte nas dos saracolês.
Na segunda metade do século IX, os azenegues assenhoreavam-se pela primeira vez do nó caravaneiro de Audagoste, uma pequena cidade, fundada talvez um ou dois séculos antes, mas que já seria um centro agrícola, artesanal e mercantil de importância, uma das principais portas do comércio com o Sudão. Daí por diante, e por muito tempo, Audagoste progrediu, até desaparecer, uns seiscentos anos depois.
Ficava – conta – nos Al-Bakri – numa planície arenosa, ao pé de um monte desnudo de qualquer vegetação. Mas ao redor da cidade havia bosques de tamareiras. E nela não escasseava a água doce. Cultivavam-se o milhete, as figueiras, o pepino, a hena. O gado, vacum e ovino, era abundante. O mercado vivia cheio de gente e nele se pagava em ouro. A população era de vária origem, com bonitas mulheres, de cintura fina e nádegas cheias. E por toda parte havia belos edifícios e casas elegantes.  


BIBLIOGRAFIA
Silva, Alberto da Costa e


A enxada e a lança: a África antes dos portugueses / Alberto Costa e Silva. – Rio de Janeiro: Nova Fronteira; São Paulo: EDUSP, 1992.

Pesquisa Feita pelo Frei Paulo Fioravante Zanatta

terça-feira, 18 de junho de 2013

Breve histórico da família Corbellini

BREVE HISTORICO DA FAMILIA CORBELLINI

BREVE HISTORICO DA FAMILIA CORBELLINI

Em 1789, na Itália, nascia João Batista Corbellini. Casado com

Olímpia Capelli tiveram um filho Luiz, nascido em São Daniele,

Cremona, na Lombardia, Itália, no ano de 1823. Luiz casou com

Tereza Aime, e tiverem oito filhos. Um deles foi Imério Antonio, que

nasceu em 1868, na Itália.

Do porto de Gênova, lá pelos idos de 1887, nossos antepassados

emigraram para a América, Brasil, fixando-se em Garibaldi no Rio

Grande do Sul.

Imério casou com Catarina Vedovatto e dos seus quinze filhos um

chamou-se Luiz (nosso nonno), que casou com Maria Zamboni

(nossa nonna)

Desse casal nasceram: Américo que casou com Tereza,

Hermenegildo que casou com Graciosa, Olmiro que casou com

Estefânia e Wilson que casou com Irma

Desses, apenas Irma, com 86 anos e cheia de vida, continua entre

nós.

Luiz e Maria tiveram 19 netos, 36 bisnetos, 30 tataranetos e a

família continua crescendo e perpetuando o nome Corbellini.

7º encontro da Família Corbellini


 

CONVITE

“SETTIMO INCONTRO – FAMIGLIA CORBELLINI”

Descendentes de Luiz Corbellini e Maria Zamboni Corbellini

FLORIANOPOLIS  -  AGOSTO DE 2013

LOCAL:   Hotel Costa Norte Ingleses

                Rua das Gaivotas, 984

        Praia dos Ingleses – Florianópolis -  SC

Fone: (48) 3261-3000

       www.hoteiscostanorte.com.br

PROGRAMAÇÃO

1º DIA – SÁBADO – 31/08

10:00 h – Recepção no Hotel

12:00 h -  Almoço

15:00 h – Passeio à praia do Santinho com trilha ecológica

19:00 h – Momento religioso

20:30 h - Jantar

22:00 h – Apresentação do grupo Italiano “ FOLK NEA TRIDENTUM”

 

 

 

2º DIA – DOMINGO – 01/09

08:00 h – Café da manhã

09:00 h – Momentos para confraternizar

- Piscinas (térmica e natural)

      - Praia

      - Bate papo

   - Jogos, etc.

   - Revivendo um passado não tão distante:   

     trazer álbuns com fotos dos encontros anteriores.

12:00 h -  Almoço

13:00 h – Encerramento

OBSERVAÇÕES:

  Valor por pessoa – R$ 220,00 (duzentos e vinte reais)

• Crianças até 05 (cinco) anos não pagam;

• Estão incluídas as 04 (quatro) refeições (bebidas e extras a parte);

• Os apartamentos do hotel possuem frigobar, que poderão ser

abastecidos pelos hospedes com bebidas e alimentos;

  Além do mar, o hotel possui piscina térmica, portanto não esquecer de

      trazer roupa para banho;

  Sintam-se à vontade para trazer brindes para sorteios;

  A comissão organizadora informa que estará no hotel já na sexta feira

     (30/08), portanto se alguém quiser se hospedar nesta data, favor informar

     para fazermos as reservas.

  Favor confirmar presença até 10 de julho de 2013, para que possamos

      garantir as reservas

 

 

 

 

 

 

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sexta-feira, 17 de maio de 2013

O CENTRO HISTÓRICO DE PESQUISA

O Centro Histórico de Pesquisa

História do Sobrenome Zanatta

No ano de 476 da era cristã, com a queda do império Romano, os ancestrais da família Zanatta encontravam-se vivendo sob o governo guerreiro germânico chamado Odaacro. Odoacro foi suplantado antes do séculoV por Ceudorico, líder dos Ostrogodos. Sendo sido educado em Constantinopla Ceodorico colocou um alto valor na civilização romana e presidiu sobre o que veio a ser descrita como um "Verão Indiano” para os romanos. Após a sua morte surgiram tumultos e o imperador bizantino Justiniano agarrou a oportunidade de recuperar a Itália, colocando a península em décadas de guerra. Embora o governo pelas tribos germânicas que começaram na Itália em 476 com o supracitado Odoacro, não foi senão até a conquista lombarda no séc VI que os Italianos incluindo os ancestrais da família Zanatta estavam para sentir os efeitos da cultura e costumes germânicos as quais tinham começado a influenciar a sociedade italiana, tendo em vista a proliferação de nomes pessoais germânicos.
O grande historiados suíço da renascença, Jacob Burckhardt, atesta que aquele tumulto político sofrido pelos Italianos após a queda do Império romano não atrapalhou sua criatividade artística ou dinamismo econômico. A Itália era de fato o centro cultural e comercial do oeste da Europa, através do séc. XIII ao XVI com muitos dos admiráveis membros da família Zanatta, contribuindo para esse sucesso comercial e artístico. A Itália era a casa de figuras como Dante, Bocácio, da Vinci, Miguel Ângelo, Escarlate, Vivaldi, todos os quais ajudaram a definir a civilização do oeste. A Eventual unificação da Itália que somente ocorreu em 1870, foi o produto de um movimento conhecido como “Risorgimento” (“Ressurgimento”), liderada pelo Piedmoanteses sob a casa de Savay, que viria a ser mais tarde a casa do governante da Itália para quem, com certeza a família Zanatta prestou lealdade.
Embora hoje em dia a maioria da população da Itália fale o italiano, apesar do uso de diversos dialetos regionais, ainda existentes nos confins da Itália nos encontramos minorias com gregos, albanos, eslovenos, germânicos, catalães, e friulianos, cada um das quais com suas distinta linguagens, cultura e , é claro nomenclatura . Portanto, a família Zanatta tem aproveitado a vida através dos séc num país enriquecido pelas diversidades de línguas e culturas. É naturalmente, a emigração de milhões de italianos para as América do Norte e do Sul resultou em cultura Italiana tais como a arte culinária e de fato nomes de família que se espalharam nestas regiões.
Pesquisas indicam que sobrenome Italiano Zanatta, pertence à categoria de nomes que possui origem patronímica. Quando um nome é derivado de um nome pessoal, ele é geralmente o nome do pai ou da mãe do portador, o qual é adotado e transformado em um nome de família hereditário fixo. Este nome é então orgulhosamente transmitido de geração para geração, ocasionalmente alterado em sua ortografia ou abreviado, ocasionando uma ligação entre o portador vivo do sobrenome e o portador primogênito original da qual o sobrenome deriva. Na Europa Medieval, antes que um sistema estruturado de sobrenome fosse estabelecido, era pratica comum o uso de um segundo nome, o qual servia como meio de distinguir pessoas que possuíam o mesmo nome de batismo. Neste caso o sobrenome Zanatta é derivado do nome próprio Zani, forma diminutivo do nome próprio Giovanni. O sobrenome Zanatta significa assim “filha ou descendente de Giovanni”. O Nome Giovanni deriva-se do Hebreu Lachanan, que significa “Deus é Gracioso”.
Variantes desse sobrenome incluem De Zanetti,Zanatti, Zanassi, Zaninni, entre outros. Umas das mais antigas referencias a esse sobrenome ou a uma variante é o registro de Agostino Zanetti , bispo e professor de direito nascido em 1549. Um portador notável do sobrenome Zanatta ou uma variante foi, entre outras: o Conde Antonio Maria Zanetta. (1716-1778) pintor e arqueologista italiano. A família Zanatta de Crentino recebeu o titulo de Conde de Cirolo em 1650. As armas apresentadas abaixo, foram concedidas a família Zanatta pelas autoridades apropriadas.
Sob o sistema de nomenclatura romano, o distinguido fundador da linhagem Zanatta deve ter sido identificado por um nome tripartido consistindo de seu nome pessoal, “O nome dos gens” ou “linhagem“ a qual pertencia, é o cognome que distinguia sua família de outros com os mesmos “gens” . Com a queda o império romano no séc IV, voltou a ser costumeiramente empregado somente o nome pessoal e o cognome, omitindo-se o nome dos gens na maioria dos casos. As tribos germânicas que então ocupavam a Itália favoreçam a pratica de se usar um simples nome pessoal , e a família Zanatta juntamente com outras famílias sem dúvidas abandonaria seus nomes romanos tradicionais por esses usados por seus novos governantes. Durante a idade média, quando o sobrenome italiano, como o da notável família Zanatta, estava se formando, as tradições heraloícas italiana também estavam tomando forma . Uma destas tradições foi aquela de se colocar uma carga sobre o escudo que aludia a um certo evento histórico,. Por exemplo àqueles membros da família Zanatta que podem ter tomado parte no conflito Guelfas e Gibellinos devem portar uma faixa, indicando o lado apoiado. Portanto, membros da família Zanatta não só portam um nome distinto mas também o que cada qual significa, a história, a coragem, e os feitos dos que orgulhosamente o portaram nas gerações passadas.

Brasão de Armas: Esquartelado: o primeiro e a quarto de azul, uma flor de Liz de ouro; a segunda e o terceiro de prata, em uma montanha de três cumes, três pinheiros de verde; sobretudo um escudete de ouro, carregado com uma águia estenóida de negro, coroada de ouro.
Timbre: Uma águia estendida de negro coroada de ouro.
Origem: Itália

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Matriz Nossa Senhora do Rosário Herval e Comunidades do Interior. 28-02-2013


 
Paz e bem

Nosso novo blog da paróquia é:

paroquianossasenhoradorosarioherval.blogspot.com

E o facebook é

rosário do herval

Abraços de frei Paulo F Zanatta