quinta-feira, 20 de junho de 2013
quarta-feira, 19 de junho de 2013
História do Povo zanata
A ENXADA E A
LANÇA
A África antes
dos portugueses
História do Povo zanata
...Quando os azenegues conquistaram
Audagoste, a aparência da cidade – “encantadora”, segundo Ibne Hawkal – era a
de um vergel. Onde os nômades, muito provavelmente, se guardaram de viver.
Acampavam à sua borda, em tendas ou em precários abrigos de caniço e de ramos.
Mas tinham sob controle o acesso à urbe e lhe taxavam o comércio, cuja prática
deixavam nas mãos dos zanatas.
“Gana” – ensina-nos Al Bakri, no seu
famoso Livro dos itinerários e dos reinos – “ é o título usado pelos reis de um
país cujo nome é Aucar.” Essa denominação real, que significava “chefe de
guerra”, não era a única. Ao soberano davam-lhe também as designações de tunca
e caia-maga, ou caia-manga, “o rei do ouro”.
... e grupos humanos, que lhe pagassem
tributo e lhe pudessem fornecer soldados para a guerra, servidores para a
corte, levradores para os campos reais. As campanhas militares expansionistas
tinham por escopo, assim, conquistar gente. Mas as terras acompanhavam os novos
súditos, vassalos e servos.
Parte da atividade militar
concentrava-se em defender o reino de seus vizinhos – como Tacrur, Gaô e vários
outros – que perseguiam o mesmo objetivo de ampliar as suas próprias redes de
fidelidade política. E a maior preocupação consistia em resguardar das ambições
dos berberes os portos caravaneiros da margem meridional do Saara.
Entre os berberes figuravam os
azenegues, asnagas ou sanhajas, senhores do deserto, desde o uede Dara ou Dráá,
ao norte, até o Sael, ao sul, e do Atlântico até o Hoggar. Os azenegues
dividiam-se em grandes grupos, que, em geral, se hostilizavam mutuamente, mas
podiam formar passageiras federações. Tão efêmeras, muitas vezes, quanto a paz
entre as tribos de que se compunha cada um daqueles grupos. E eles eram: logo
abaixo dos Oasis meridionais do Marrocos, os lantas e os jazulas; mais para o
sul, os fornecedores de guias para as caravanas e seus protetores ou atacantes,
os massufas; ao longo do litoral atlântico, os judalas; no Adrar mauritano e no
Tagante, os lanturnas.
De rostos cobertos com um véu – que os
árabes chamavam de litham - , os azenegues, com seus camelos, controlavam não
apenas as rotas das cáfilas e os oásis, e os poços do deserto, mas também as
grandes minas de Tagaza e outros depósitos de sal-gema, formados em depressões
onde outrora houvera lagos.
Donos do sal, detinham os sanhajas a
mola do comércio transaariano. Os grandes mercados, no entanto, estavam, nas
cidades do sul do Magrebe, nas mãos dos berberes zanatas, e no Sael, em
parte nas dos saracolês.
Na segunda metade do século IX, os
azenegues assenhoreavam-se pela primeira vez do nó caravaneiro de Audagoste,
uma pequena cidade, fundada talvez um ou dois séculos antes, mas que já seria
um centro agrícola, artesanal e mercantil de importância, uma das principais
portas do comércio com o Sudão. Daí por diante, e por muito tempo, Audagoste
progrediu, até desaparecer, uns seiscentos anos depois.
Ficava – conta – nos Al-Bakri – numa
planície arenosa, ao pé de um monte desnudo de qualquer vegetação. Mas ao redor
da cidade havia bosques de tamareiras. E nela não escasseava a água doce.
Cultivavam-se o milhete, as figueiras, o pepino, a hena. O gado, vacum e ovino,
era abundante. O mercado vivia cheio de gente e nele se pagava em ouro. A
população era de vária origem, com bonitas mulheres, de cintura fina e nádegas
cheias. E por toda parte havia belos edifícios e casas elegantes.
BIBLIOGRAFIA
Silva, Alberto da Costa e
A enxada e a lança: a África antes dos
portugueses / Alberto Costa e Silva. – Rio de Janeiro: Nova Fronteira; São
Paulo: EDUSP, 1992.
Pesquisa Feita pelo Frei Paulo Fioravante Zanatta
terça-feira, 18 de junho de 2013
Breve histórico da família Corbellini
BREVE HISTORICO DA FAMILIA CORBELLINI
BREVE HISTORICO DA FAMILIA CORBELLINI
Em 1789, na Itália, nascia João Batista Corbellini. Casado com
Olímpia Capelli tiveram um filho Luiz, nascido em São Daniele,
Cremona, na Lombardia, Itália, no ano de 1823. Luiz casou com
Tereza Aime, e tiverem oito filhos. Um deles foi Imério Antonio, que
nasceu em 1868, na Itália.
Do porto de Gênova, lá pelos idos de 1887, nossos antepassados
emigraram para a América, Brasil, fixando-se em Garibaldi no Rio
Grande do Sul.
Imério casou com Catarina Vedovatto e dos seus quinze filhos um
chamou-se Luiz (nosso nonno), que casou com Maria Zamboni
(nossa nonna)
Desse casal nasceram: Américo que casou com Tereza,
Hermenegildo que casou com Graciosa, Olmiro que casou com
Estefânia e Wilson que casou com Irma
Desses, apenas Irma, com 86 anos e cheia de vida, continua entre
nós.
Luiz e Maria tiveram 19 netos, 36 bisnetos, 30 tataranetos e a
família continua crescendo e perpetuando o nome Corbellini.
7º encontro da Família Corbellini
CONVITE
“SETTIMO INCONTRO – FAMIGLIA CORBELLINI”
Descendentes de Luiz Corbellini e Maria Zamboni Corbellini
FLORIANOPOLIS - AGOSTO DE 2013
LOCAL: Hotel Costa
Norte Ingleses
Rua
das Gaivotas, 984
Praia dos
Ingleses – Florianópolis - SC
Fone: (48) 3261-3000
www.hoteiscostanorte.com.br
PROGRAMAÇÃO
1º DIA – SÁBADO – 31/08
10:00 h – Recepção no Hotel
12:00 h - Almoço
15:00 h – Passeio à praia do Santinho com trilha ecológica
19:00 h – Momento religioso
20:30 h - Jantar
22:00 h – Apresentação do grupo Italiano “ FOLK NEA
TRIDENTUM”
2º DIA – DOMINGO – 01/09
08:00 h – Café da manhã
09:00 h – Momentos para confraternizar
- Piscinas (térmica e natural)
- Praia
- Bate papo
- Jogos, etc.
- Revivendo um
passado não tão distante:
trazer álbuns com
fotos dos encontros anteriores.
12:00 h - Almoço
13:00 h – Encerramento
OBSERVAÇÕES:
→ Valor por pessoa –
R$ 220,00 (duzentos e vinte reais)
• Crianças até 05 (cinco) anos não pagam;
• Estão incluídas as 04 (quatro) refeições (bebidas e extras
a parte);
• Os apartamentos do hotel possuem frigobar, que poderão ser
abastecidos pelos hospedes com bebidas e alimentos;
→ Além do mar, o
hotel possui piscina térmica, portanto não esquecer de
trazer roupa
para banho;
→ Sintam-se à vontade
para trazer brindes para sorteios;
A comissão
organizadora informa que estará no hotel já na sexta feira
(30/08), portanto
se alguém quiser se hospedar nesta data, favor informar
para fazermos as reservas.
→ Favor confirmar
presença até 10 de julho de 2013, para que possamos
garantir as
reservas
,
,
sexta-feira, 17 de maio de 2013
O CENTRO HISTÓRICO DE PESQUISA
O Centro Histórico de Pesquisa
História do Sobrenome Zanatta
No ano de 476 da era cristã, com a queda do império Romano, os ancestrais da família Zanatta encontravam-se vivendo sob o governo guerreiro germânico chamado Odaacro. Odoacro foi suplantado antes do séculoV por Ceudorico, líder dos Ostrogodos. Sendo sido educado em Constantinopla Ceodorico colocou um alto valor na civilização romana e presidiu sobre o que veio a ser descrita como um "Verão Indiano” para os romanos. Após a sua morte surgiram tumultos e o imperador bizantino Justiniano agarrou a oportunidade de recuperar a Itália, colocando a península em décadas de guerra. Embora o governo pelas tribos germânicas que começaram na Itália em 476 com o supracitado Odoacro, não foi senão até a conquista lombarda no séc VI que os Italianos incluindo os ancestrais da família Zanatta estavam para sentir os efeitos da cultura e costumes germânicos as quais tinham começado a influenciar a sociedade italiana, tendo em vista a proliferação de nomes pessoais germânicos.
O grande historiados suíço da renascença, Jacob Burckhardt, atesta que aquele tumulto político sofrido pelos Italianos após a queda do Império romano não atrapalhou sua criatividade artística ou dinamismo econômico. A Itália era de fato o centro cultural e comercial do oeste da Europa, através do séc. XIII ao XVI com muitos dos admiráveis membros da família Zanatta, contribuindo para esse sucesso comercial e artístico. A Itália era a casa de figuras como Dante, Bocácio, da Vinci, Miguel Ângelo, Escarlate, Vivaldi, todos os quais ajudaram a definir a civilização do oeste. A Eventual unificação da Itália que somente ocorreu em 1870, foi o produto de um movimento conhecido como “Risorgimento” (“Ressurgimento”), liderada pelo Piedmoanteses sob a casa de Savay, que viria a ser mais tarde a casa do governante da Itália para quem, com certeza a família Zanatta prestou lealdade.
Embora hoje em dia a maioria da população da Itália fale o italiano, apesar do uso de diversos dialetos regionais, ainda existentes nos confins da Itália nos encontramos minorias com gregos, albanos, eslovenos, germânicos, catalães, e friulianos, cada um das quais com suas distinta linguagens, cultura e , é claro nomenclatura . Portanto, a família Zanatta tem aproveitado a vida através dos séc num país enriquecido pelas diversidades de línguas e culturas. É naturalmente, a emigração de milhões de italianos para as América do Norte e do Sul resultou em cultura Italiana tais como a arte culinária e de fato nomes de família que se espalharam nestas regiões.
Pesquisas indicam que sobrenome Italiano Zanatta, pertence à categoria de nomes que possui origem patronímica. Quando um nome é derivado de um nome pessoal, ele é geralmente o nome do pai ou da mãe do portador, o qual é adotado e transformado em um nome de família hereditário fixo. Este nome é então orgulhosamente transmitido de geração para geração, ocasionalmente alterado em sua ortografia ou abreviado, ocasionando uma ligação entre o portador vivo do sobrenome e o portador primogênito original da qual o sobrenome deriva. Na Europa Medieval, antes que um sistema estruturado de sobrenome fosse estabelecido, era pratica comum o uso de um segundo nome, o qual servia como meio de distinguir pessoas que possuíam o mesmo nome de batismo. Neste caso o sobrenome Zanatta é derivado do nome próprio Zani, forma diminutivo do nome próprio Giovanni. O sobrenome Zanatta significa assim “filha ou descendente de Giovanni”. O Nome Giovanni deriva-se do Hebreu Lachanan, que significa “Deus é Gracioso”.
Variantes desse sobrenome incluem De Zanetti,Zanatti, Zanassi, Zaninni, entre outros. Umas das mais antigas referencias a esse sobrenome ou a uma variante é o registro de Agostino Zanetti , bispo e professor de direito nascido em 1549. Um portador notável do sobrenome Zanatta ou uma variante foi, entre outras: o Conde Antonio Maria Zanetta. (1716-1778) pintor e arqueologista italiano. A família Zanatta de Crentino recebeu o titulo de Conde de Cirolo em 1650. As armas apresentadas abaixo, foram concedidas a família Zanatta pelas autoridades apropriadas.
Sob o sistema de nomenclatura romano, o distinguido fundador da linhagem Zanatta deve ter sido identificado por um nome tripartido consistindo de seu nome pessoal, “O nome dos gens” ou “linhagem“ a qual pertencia, é o cognome que distinguia sua família de outros com os mesmos “gens” . Com a queda o império romano no séc IV, voltou a ser costumeiramente empregado somente o nome pessoal e o cognome, omitindo-se o nome dos gens na maioria dos casos. As tribos germânicas que então ocupavam a Itália favoreçam a pratica de se usar um simples nome pessoal , e a família Zanatta juntamente com outras famílias sem dúvidas abandonaria seus nomes romanos tradicionais por esses usados por seus novos governantes. Durante a idade média, quando o sobrenome italiano, como o da notável família Zanatta, estava se formando, as tradições heraloícas italiana também estavam tomando forma . Uma destas tradições foi aquela de se colocar uma carga sobre o escudo que aludia a um certo evento histórico,. Por exemplo àqueles membros da família Zanatta que podem ter tomado parte no conflito Guelfas e Gibellinos devem portar uma faixa, indicando o lado apoiado. Portanto, membros da família Zanatta não só portam um nome distinto mas também o que cada qual significa, a história, a coragem, e os feitos dos que orgulhosamente o portaram nas gerações passadas.
Brasão de Armas: Esquartelado: o primeiro e a quarto de azul, uma flor de Liz de ouro; a segunda e o terceiro de prata, em uma montanha de três cumes, três pinheiros de verde; sobretudo um escudete de ouro, carregado com uma águia estenóida de negro, coroada de ouro.
Timbre: Uma águia estendida de negro coroada de ouro.
Origem: Itália
História do Sobrenome Zanatta
No ano de 476 da era cristã, com a queda do império Romano, os ancestrais da família Zanatta encontravam-se vivendo sob o governo guerreiro germânico chamado Odaacro. Odoacro foi suplantado antes do séculoV por Ceudorico, líder dos Ostrogodos. Sendo sido educado em Constantinopla Ceodorico colocou um alto valor na civilização romana e presidiu sobre o que veio a ser descrita como um "Verão Indiano” para os romanos. Após a sua morte surgiram tumultos e o imperador bizantino Justiniano agarrou a oportunidade de recuperar a Itália, colocando a península em décadas de guerra. Embora o governo pelas tribos germânicas que começaram na Itália em 476 com o supracitado Odoacro, não foi senão até a conquista lombarda no séc VI que os Italianos incluindo os ancestrais da família Zanatta estavam para sentir os efeitos da cultura e costumes germânicos as quais tinham começado a influenciar a sociedade italiana, tendo em vista a proliferação de nomes pessoais germânicos.
O grande historiados suíço da renascença, Jacob Burckhardt, atesta que aquele tumulto político sofrido pelos Italianos após a queda do Império romano não atrapalhou sua criatividade artística ou dinamismo econômico. A Itália era de fato o centro cultural e comercial do oeste da Europa, através do séc. XIII ao XVI com muitos dos admiráveis membros da família Zanatta, contribuindo para esse sucesso comercial e artístico. A Itália era a casa de figuras como Dante, Bocácio, da Vinci, Miguel Ângelo, Escarlate, Vivaldi, todos os quais ajudaram a definir a civilização do oeste. A Eventual unificação da Itália que somente ocorreu em 1870, foi o produto de um movimento conhecido como “Risorgimento” (“Ressurgimento”), liderada pelo Piedmoanteses sob a casa de Savay, que viria a ser mais tarde a casa do governante da Itália para quem, com certeza a família Zanatta prestou lealdade.
Embora hoje em dia a maioria da população da Itália fale o italiano, apesar do uso de diversos dialetos regionais, ainda existentes nos confins da Itália nos encontramos minorias com gregos, albanos, eslovenos, germânicos, catalães, e friulianos, cada um das quais com suas distinta linguagens, cultura e , é claro nomenclatura . Portanto, a família Zanatta tem aproveitado a vida através dos séc num país enriquecido pelas diversidades de línguas e culturas. É naturalmente, a emigração de milhões de italianos para as América do Norte e do Sul resultou em cultura Italiana tais como a arte culinária e de fato nomes de família que se espalharam nestas regiões.
Pesquisas indicam que sobrenome Italiano Zanatta, pertence à categoria de nomes que possui origem patronímica. Quando um nome é derivado de um nome pessoal, ele é geralmente o nome do pai ou da mãe do portador, o qual é adotado e transformado em um nome de família hereditário fixo. Este nome é então orgulhosamente transmitido de geração para geração, ocasionalmente alterado em sua ortografia ou abreviado, ocasionando uma ligação entre o portador vivo do sobrenome e o portador primogênito original da qual o sobrenome deriva. Na Europa Medieval, antes que um sistema estruturado de sobrenome fosse estabelecido, era pratica comum o uso de um segundo nome, o qual servia como meio de distinguir pessoas que possuíam o mesmo nome de batismo. Neste caso o sobrenome Zanatta é derivado do nome próprio Zani, forma diminutivo do nome próprio Giovanni. O sobrenome Zanatta significa assim “filha ou descendente de Giovanni”. O Nome Giovanni deriva-se do Hebreu Lachanan, que significa “Deus é Gracioso”.
Variantes desse sobrenome incluem De Zanetti,Zanatti, Zanassi, Zaninni, entre outros. Umas das mais antigas referencias a esse sobrenome ou a uma variante é o registro de Agostino Zanetti , bispo e professor de direito nascido em 1549. Um portador notável do sobrenome Zanatta ou uma variante foi, entre outras: o Conde Antonio Maria Zanetta. (1716-1778) pintor e arqueologista italiano. A família Zanatta de Crentino recebeu o titulo de Conde de Cirolo em 1650. As armas apresentadas abaixo, foram concedidas a família Zanatta pelas autoridades apropriadas.
Sob o sistema de nomenclatura romano, o distinguido fundador da linhagem Zanatta deve ter sido identificado por um nome tripartido consistindo de seu nome pessoal, “O nome dos gens” ou “linhagem“ a qual pertencia, é o cognome que distinguia sua família de outros com os mesmos “gens” . Com a queda o império romano no séc IV, voltou a ser costumeiramente empregado somente o nome pessoal e o cognome, omitindo-se o nome dos gens na maioria dos casos. As tribos germânicas que então ocupavam a Itália favoreçam a pratica de se usar um simples nome pessoal , e a família Zanatta juntamente com outras famílias sem dúvidas abandonaria seus nomes romanos tradicionais por esses usados por seus novos governantes. Durante a idade média, quando o sobrenome italiano, como o da notável família Zanatta, estava se formando, as tradições heraloícas italiana também estavam tomando forma . Uma destas tradições foi aquela de se colocar uma carga sobre o escudo que aludia a um certo evento histórico,. Por exemplo àqueles membros da família Zanatta que podem ter tomado parte no conflito Guelfas e Gibellinos devem portar uma faixa, indicando o lado apoiado. Portanto, membros da família Zanatta não só portam um nome distinto mas também o que cada qual significa, a história, a coragem, e os feitos dos que orgulhosamente o portaram nas gerações passadas.
Brasão de Armas: Esquartelado: o primeiro e a quarto de azul, uma flor de Liz de ouro; a segunda e o terceiro de prata, em uma montanha de três cumes, três pinheiros de verde; sobretudo um escudete de ouro, carregado com uma águia estenóida de negro, coroada de ouro.
Timbre: Uma águia estendida de negro coroada de ouro.
Origem: Itália
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Assinar:
Postagens (Atom)

