quinta-feira, 13 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
As ervas Aromáticas (chás)
As Ervas Aromáticas de chás
A salsa é italiana
Que bom relembrar
Dá um sabor gostoso
Na mesa não pode faltar
A mangerona é alemã
Serve para fazer chá
Depois de refeição
O estômago vai precisar
A esva-do-bugre é brasileira
Seu uso como chá
Purifica o sangue e dá vida
Sua utilidade não pode faltar
A hortelão é uma chá
Contra a vermisose vai atuar
Ajuda as etnias ter saúde
Tem propriedades impar
O boldo é português
Que é um saboroso chá
Alivia das indisposições
Os enfarado vai libertar
A carqueja faz bem aos rins
E tudo volta a funcionar
Não tomes em excesso
Pois ela pode prejudicar
O bálsamo é alemão
Dele não posso falar
Tem belas propriedades
E o organismo vai ajudar
A tansagem e dos índias
Aqui veio para ficar
É anti-inflamátória
Das infeções vai curar
O guaco é um cipó
Que tem poder de curar
Liberta os pulmões
Das gripes via liberar
Cebola é alimento
Que na mesa não pode faltar
Liberta da arterio-esclerose
O sangue vai purificar
Alho é muito rico
Sua propriedade quero exaltar
Quem fizer uso correto
Mais saúde sempre terá
Cipó-mil-homens
É rico em perfume aromático
Até insetos ele combate
Purifica o organismo e saúde dá
A malva é uma beleza
Vale a pena sempre usar
Alivia das dores fortes
Seu chá alivia e podes tomar
O principio ativo das ervas ninguém pode negar
Têm alcalóides glegosidios, aromáticos
Óleo essência, bioflanonóides taninos
Mucilagem, na pastoral não pode falar
Há muitas chás que foram lembradas
De todas não dá para lembrar
Umas lembrei pelo uso
Outras são importantes em guardar.
Bagé, 14-09-2005 Frei Paulo Zanatta
A salsa é italiana
Que bom relembrar
Dá um sabor gostoso
Na mesa não pode faltar
A mangerona é alemã
Serve para fazer chá
Depois de refeição
O estômago vai precisar
A esva-do-bugre é brasileira
Seu uso como chá
Purifica o sangue e dá vida
Sua utilidade não pode faltar
A hortelão é uma chá
Contra a vermisose vai atuar
Ajuda as etnias ter saúde
Tem propriedades impar
O boldo é português
Que é um saboroso chá
Alivia das indisposições
Os enfarado vai libertar
A carqueja faz bem aos rins
E tudo volta a funcionar
Não tomes em excesso
Pois ela pode prejudicar
O bálsamo é alemão
Dele não posso falar
Tem belas propriedades
E o organismo vai ajudar
A tansagem e dos índias
Aqui veio para ficar
É anti-inflamátória
Das infeções vai curar
O guaco é um cipó
Que tem poder de curar
Liberta os pulmões
Das gripes via liberar
Cebola é alimento
Que na mesa não pode faltar
Liberta da arterio-esclerose
O sangue vai purificar
Alho é muito rico
Sua propriedade quero exaltar
Quem fizer uso correto
Mais saúde sempre terá
Cipó-mil-homens
É rico em perfume aromático
Até insetos ele combate
Purifica o organismo e saúde dá
A malva é uma beleza
Vale a pena sempre usar
Alivia das dores fortes
Seu chá alivia e podes tomar
O principio ativo das ervas ninguém pode negar
Têm alcalóides glegosidios, aromáticos
Óleo essência, bioflanonóides taninos
Mucilagem, na pastoral não pode falar
Há muitas chás que foram lembradas
De todas não dá para lembrar
Umas lembrei pelo uso
Outras são importantes em guardar.
Bagé, 14-09-2005 Frei Paulo Zanatta
CRISTÃOS NOVOS
Cristãos Novos
falecido Prof. Otto Carvalho Filho (Amigo de frei Paulo Zanatta)
Nos tempos de aluno ginasiano, por ocasião das aulas de História, nos primeiros dias de aula, enquanto procedia à chamada, o professor dava a origem dos nomes da família dos componentes da turma.
Os nomes de árvores e de frutas – dizia ele – por de mais difundidos entre os lusitanos, têm origem judaica.
Os Judeus, tendo extrema necessidade de se deslocarem e ante a aproximação da Península Ibérica, não vacilavam em se dirigir para a Espanha e Portugal. Davam, entretanto, preferência à parte Ocidental da península, onde encontra Portugal.
Como medida de proteção, temendo perseguição, porquanto na Europa, no início da Idade Média, predominava aquele sentimento anti-semita entre a grande maioria da população.
O Velho Mundo, composto por uma quase totalidade de cristãos, com certeza não recepcionaria, de bom grado, aqueles aos quais atribuía à morte do Salvador.
Os israelitas, já em território português, providenciavam a troca de nomes. Os nomes de árvores e de frutas eram adotados pelas famílias. Assim: Pereira, Amora, Laranjeira, Pera etc.
Ao transcorrer do tempo, o afastamento da terra de origem e a necessidade de criar os meios de subsistência, a necessidade de se afastarem entre si, os colocaram à mercê da forte influência da nova civilização. Assim, absorveram a nova cultura, inclusive abraçando o Cristianismo. Convictos de sua segurança naquele país e com filhos naturais daquela terra, passavam a externar seu sentimento, visto que já estavam identificados com os demais habitantes.
Autodenominavam-se, por isso, cristãos novos ou se lhes era atribuída essa qualificação.
Acontecimento análogo às invasões napoleônicas podemos, também, aqui consignar. Nos primórdios do século XIX, alguns italianos ocuparam o Norte da Itália para ficar próximo à fronteira da França. Facilmente poderiam entrar em território francês e esse intuito proporcionava bastante segurança, porque afrancesavam seus nomes, alterando a sílaba final do vocábulo italiano.
Prof. Otto Carvalho Filho
Universidade da Região da Campanha
...Compreende-se que os cristãos-novos, vindos da usura, do comércio de escravos e da agiotagem, encontrassem nos títulos universitários de bacharel, de mestre e de doutor a nota de prestígio social que corresponde às suas tendências e ideais sefardínicos. Que encontrassem na advocacia, na medicina e no ensino superior a maneira ideal de se aristocratizarem. Seus apelidos é interessantes observar que dissolveram nos germânicos e latinos dos cristãos-velhos. Facilitou aliás Dom Manuel I aos cristãos-novos a naturalização, e, ao mesmo tempo, a aristocratização de seus nomes de família, permitindo-lhes usar os mais nobres apelidos de Portugal. O que se proibia aos outros—tomar “apelidos de fidalgos de solar conhecido, que tenham terras com jurisdição em nosso reino” --- concedeu-se amplamente aos cristãos-novos: “ porém aos que novamente se tornarem à nossa santa fé poderão tomar, e ter em suas vidas, e trespassar a seus filhos somente, os apelidos de quaisquer linhagens que quiserem, sem pena alguma”. Tudo isto mostra como, mesmo no caso de judeu, foi intensa a mobilidade e livre a circulação por assim dizer de uma raça a outra; e, literalmente, de uma classe a outra. De uma a outra esfera social. pag 292 e 293 Casa Grande & Senzala 46º
FREIRE, Gilberto. Casa Grande &. Senzala Edição Record; Rio de Janeiro e São Paulo. 2002
Ganivet andou próximo dessa interpretação, extravagante só na aparência, ao referir-se no seu Idearium Español a “la antipatia histórica entre Castilla e Portugal, nacida acaso de la semejanza , del estrecho parecido de sus caracteres”. O ódio ao espanhol, já assinalamos como fator psicológico de diferenciação política de Portugal. Mas nem esse ódio nem fundamental, ao mouro, separaram o português das duas grandes culturas, uma materna, outra, por assim dizer, paterna, da sua. A hispânica e a berbere. Contra elas formou-se politicamente Portugal, mas dentro da influência e que se formou o caráter português. Neste a romantização intensa não apagou os traços essenciais hispânicos nem a reconquista cristã os profundos traços berberes e mouros. È ponto que nos sentimos na necessidade de salientar porque explica nossa insistência em considerar hispânica a formação social e cultural da América colonizada por espanhóis e portugueses. Hispânica e não latina. Católica, tingida de misticismo e de cultura maometana, e não resultado da Revolução Francesa ou da renascença Italiana... Casa grande & senzala . pág. 303 e 304
... Os míticos da superioridade de raça talvez enxergam no fato de explicação das famílias mestiças do Norte e de certas regiões de Minas e São Paulo virem contribuir para o progresso brasileiro com maior número de homens de talento – estadistas do império, escritores, bispos, artistas, presidentes e vice-presidentes da República – do que as do Sul – Rio de Janeiro, parte de Minas e São Paulo, o Rio Grande do sul. Poderão alegar tratar-se de um elemento com larga dose de sangue berbere, e talvez até de origem berbere. Predominantemente não-negróide, considera Haddon a esse povo africano de que dá como verdadeiro nome, Pulbe. O mais (Fula, Fulani, Felava, Filani, Fube) seriam corruptelas. Descreve-os Haddon como gente alta, a pela amarela ou avermelhada, o cabelo ondeado, o rosto oval, o nariz proeminente... pág 361 Casa grande & e senzala
... Este, como se sabe, mostra-se encarapinhadíssimo nos ulotrichi africani. Esse característico não se encontra tão carregado nos indivíduos dos vários estoques de hamitas e até berberes de que nos vieram numerosas escravos: enquanto os fulos e outros povos da áfrica oriental que contribuíram também para a formação brasíleira se filiam pelo cabelo aos cynotrichi. Cabelo mais suave. Nariz mais afilado. Traços mais próximos dos europeus. Mais doces ou “domesticados”, como se diria em linguagem antropológica. Pág 361 Casa grande & senzala
Sudão Oriental – área ainda mais influenciada que a anterior pela religião maometana; língua árabe; abundância de animais a serviço do homem; atividades pastoril; grande uso do leite de camela; nomadismo; tendas; vestuários de pano semelhantes aos dos berberes. (g) Sudão Ocidental – outra área de interpenetração de culturas, a negra propriamente dita e a maometana; região de grandes monarquias ou reinos – Danmei, Benim, Axanti, Haúça, Bornu, Ioruba,; sociedades secretas de largo e eficiente domínio sobre a vida política; agricultura, criação de gado e comércio; notáveis trabalhos artísticos de pedra, ferro, terracota e tecelagem, feiticismo e maometismo; (h) área do deserto (berbere) Notaremos apenas o fato de terem umas e outras projetada larga influência sobre o continente africano... Pág. 366 Casa Grande & Senzala
SILVIO ROMERO e JOÃO RIBEIRO ( Compêndio de História da Literatura Brasileira, cit.) não deixaram de sugerir o estudo de cultura das principais tribos ou “nações” africanas que concorreram para a nossa civilização. “Não estavam todas, é certo, no mesmo grau de cultura; mas do seu contato com os Árabes desde o VII século, com os Egípcios e os Berberes, desde épocas imemoriais tinham na mor parte de suas tribos chegado já a notável grau de adiantamento.” E mencionam: Jolofos, “aptos à vida do mar” Mandingas, “ convertidos em geral ao maometismo, inteligentes e empreendedores”, Jorubas ou Minas, “quase todos maometanos e tão hábeis quanto os Mandingas”: DIOGO DE VASCONCELOS destaca na excelente História Média de Minas Gerais (Belo Horizonte, 1918) e também na antiga, a presença , entre os colonos africanos do Brasil, de negros vindos de áreas cultural adiantada: “Limítrofes com países maometanos” Pág. 445 Casa Grande & Senzala. Notas ao Capítulo IV.
falecido Prof. Otto Carvalho Filho (Amigo de frei Paulo Zanatta)
Nos tempos de aluno ginasiano, por ocasião das aulas de História, nos primeiros dias de aula, enquanto procedia à chamada, o professor dava a origem dos nomes da família dos componentes da turma.
Os nomes de árvores e de frutas – dizia ele – por de mais difundidos entre os lusitanos, têm origem judaica.
Os Judeus, tendo extrema necessidade de se deslocarem e ante a aproximação da Península Ibérica, não vacilavam em se dirigir para a Espanha e Portugal. Davam, entretanto, preferência à parte Ocidental da península, onde encontra Portugal.
Como medida de proteção, temendo perseguição, porquanto na Europa, no início da Idade Média, predominava aquele sentimento anti-semita entre a grande maioria da população.
O Velho Mundo, composto por uma quase totalidade de cristãos, com certeza não recepcionaria, de bom grado, aqueles aos quais atribuía à morte do Salvador.
Os israelitas, já em território português, providenciavam a troca de nomes. Os nomes de árvores e de frutas eram adotados pelas famílias. Assim: Pereira, Amora, Laranjeira, Pera etc.
Ao transcorrer do tempo, o afastamento da terra de origem e a necessidade de criar os meios de subsistência, a necessidade de se afastarem entre si, os colocaram à mercê da forte influência da nova civilização. Assim, absorveram a nova cultura, inclusive abraçando o Cristianismo. Convictos de sua segurança naquele país e com filhos naturais daquela terra, passavam a externar seu sentimento, visto que já estavam identificados com os demais habitantes.
Autodenominavam-se, por isso, cristãos novos ou se lhes era atribuída essa qualificação.
Acontecimento análogo às invasões napoleônicas podemos, também, aqui consignar. Nos primórdios do século XIX, alguns italianos ocuparam o Norte da Itália para ficar próximo à fronteira da França. Facilmente poderiam entrar em território francês e esse intuito proporcionava bastante segurança, porque afrancesavam seus nomes, alterando a sílaba final do vocábulo italiano.
Prof. Otto Carvalho Filho
Universidade da Região da Campanha
...Compreende-se que os cristãos-novos, vindos da usura, do comércio de escravos e da agiotagem, encontrassem nos títulos universitários de bacharel, de mestre e de doutor a nota de prestígio social que corresponde às suas tendências e ideais sefardínicos. Que encontrassem na advocacia, na medicina e no ensino superior a maneira ideal de se aristocratizarem. Seus apelidos é interessantes observar que dissolveram nos germânicos e latinos dos cristãos-velhos. Facilitou aliás Dom Manuel I aos cristãos-novos a naturalização, e, ao mesmo tempo, a aristocratização de seus nomes de família, permitindo-lhes usar os mais nobres apelidos de Portugal. O que se proibia aos outros—tomar “apelidos de fidalgos de solar conhecido, que tenham terras com jurisdição em nosso reino” --- concedeu-se amplamente aos cristãos-novos: “ porém aos que novamente se tornarem à nossa santa fé poderão tomar, e ter em suas vidas, e trespassar a seus filhos somente, os apelidos de quaisquer linhagens que quiserem, sem pena alguma”. Tudo isto mostra como, mesmo no caso de judeu, foi intensa a mobilidade e livre a circulação por assim dizer de uma raça a outra; e, literalmente, de uma classe a outra. De uma a outra esfera social. pag 292 e 293 Casa Grande & Senzala 46º
FREIRE, Gilberto. Casa Grande &. Senzala Edição Record; Rio de Janeiro e São Paulo. 2002
Ganivet andou próximo dessa interpretação, extravagante só na aparência, ao referir-se no seu Idearium Español a “la antipatia histórica entre Castilla e Portugal, nacida acaso de la semejanza , del estrecho parecido de sus caracteres”. O ódio ao espanhol, já assinalamos como fator psicológico de diferenciação política de Portugal. Mas nem esse ódio nem fundamental, ao mouro, separaram o português das duas grandes culturas, uma materna, outra, por assim dizer, paterna, da sua. A hispânica e a berbere. Contra elas formou-se politicamente Portugal, mas dentro da influência e que se formou o caráter português. Neste a romantização intensa não apagou os traços essenciais hispânicos nem a reconquista cristã os profundos traços berberes e mouros. È ponto que nos sentimos na necessidade de salientar porque explica nossa insistência em considerar hispânica a formação social e cultural da América colonizada por espanhóis e portugueses. Hispânica e não latina. Católica, tingida de misticismo e de cultura maometana, e não resultado da Revolução Francesa ou da renascença Italiana... Casa grande & senzala . pág. 303 e 304
... Os míticos da superioridade de raça talvez enxergam no fato de explicação das famílias mestiças do Norte e de certas regiões de Minas e São Paulo virem contribuir para o progresso brasileiro com maior número de homens de talento – estadistas do império, escritores, bispos, artistas, presidentes e vice-presidentes da República – do que as do Sul – Rio de Janeiro, parte de Minas e São Paulo, o Rio Grande do sul. Poderão alegar tratar-se de um elemento com larga dose de sangue berbere, e talvez até de origem berbere. Predominantemente não-negróide, considera Haddon a esse povo africano de que dá como verdadeiro nome, Pulbe. O mais (Fula, Fulani, Felava, Filani, Fube) seriam corruptelas. Descreve-os Haddon como gente alta, a pela amarela ou avermelhada, o cabelo ondeado, o rosto oval, o nariz proeminente... pág 361 Casa grande & e senzala
... Este, como se sabe, mostra-se encarapinhadíssimo nos ulotrichi africani. Esse característico não se encontra tão carregado nos indivíduos dos vários estoques de hamitas e até berberes de que nos vieram numerosas escravos: enquanto os fulos e outros povos da áfrica oriental que contribuíram também para a formação brasíleira se filiam pelo cabelo aos cynotrichi. Cabelo mais suave. Nariz mais afilado. Traços mais próximos dos europeus. Mais doces ou “domesticados”, como se diria em linguagem antropológica. Pág 361 Casa grande & senzala
Sudão Oriental – área ainda mais influenciada que a anterior pela religião maometana; língua árabe; abundância de animais a serviço do homem; atividades pastoril; grande uso do leite de camela; nomadismo; tendas; vestuários de pano semelhantes aos dos berberes. (g) Sudão Ocidental – outra área de interpenetração de culturas, a negra propriamente dita e a maometana; região de grandes monarquias ou reinos – Danmei, Benim, Axanti, Haúça, Bornu, Ioruba,; sociedades secretas de largo e eficiente domínio sobre a vida política; agricultura, criação de gado e comércio; notáveis trabalhos artísticos de pedra, ferro, terracota e tecelagem, feiticismo e maometismo; (h) área do deserto (berbere) Notaremos apenas o fato de terem umas e outras projetada larga influência sobre o continente africano... Pág. 366 Casa Grande & Senzala
SILVIO ROMERO e JOÃO RIBEIRO ( Compêndio de História da Literatura Brasileira, cit.) não deixaram de sugerir o estudo de cultura das principais tribos ou “nações” africanas que concorreram para a nossa civilização. “Não estavam todas, é certo, no mesmo grau de cultura; mas do seu contato com os Árabes desde o VII século, com os Egípcios e os Berberes, desde épocas imemoriais tinham na mor parte de suas tribos chegado já a notável grau de adiantamento.” E mencionam: Jolofos, “aptos à vida do mar” Mandingas, “ convertidos em geral ao maometismo, inteligentes e empreendedores”, Jorubas ou Minas, “quase todos maometanos e tão hábeis quanto os Mandingas”: DIOGO DE VASCONCELOS destaca na excelente História Média de Minas Gerais (Belo Horizonte, 1918) e também na antiga, a presença , entre os colonos africanos do Brasil, de negros vindos de áreas cultural adiantada: “Limítrofes com países maometanos” Pág. 445 Casa Grande & Senzala. Notas ao Capítulo IV.
sábado, 8 de outubro de 2011
TERNO DE REIS
Noite de Reis
1 - Agora mesmo nós cheguemos, agora mesmo nós cheguemos na beira do seu terreno (bis)
2 – Para tocare e cantare. Licença peço primeiro (bis)
3 – Os três reis que foram santos, se puseram a caminhar (bis)
4 – Procrando Jesus Cristo, e em Belém foram achar. (bis)
5 – Fomos guiados por uma estrela, que nasceu no Oriente (bis)
6 – Para acordar quem está doente, e alegrar quem está doente (bis)
7 – O senhor dono da casa, está com a mão na fechadura (bis)
8 – O senhor sabe quando custa, caminhar de noite escura (bis)
9 – O senhor don da casa, não se faça um rogado (bis)
10 – Venha nos abrir a porta, o nosso terno esta cansado (bis)
11 – Porta aberta e luz acesa, é sinal de alegria (bis)
12 – Entra eu entra meu terno, entra toda a companhia (bis)
Todos
Viva o cravo e viva a rosa
E a flor de sua família
Despedida
1 – Pelos reis que vós nos destes, fica muito agradecido (bis)
2 – Lá no céu vos há de achar, uma cadeira florescida (bis)
3 - Para sentar-se o dono da casa, com toda a sua família (bis)
4 – Boa noite meus senhores, boa noite e passe bem (bis)
Todos
O nosso terno se despede, voltará o ano que vem (bis)
1 - Agora mesmo nós cheguemos, agora mesmo nós cheguemos na beira do seu terreno (bis)
2 – Para tocare e cantare. Licença peço primeiro (bis)
3 – Os três reis que foram santos, se puseram a caminhar (bis)
4 – Procrando Jesus Cristo, e em Belém foram achar. (bis)
5 – Fomos guiados por uma estrela, que nasceu no Oriente (bis)
6 – Para acordar quem está doente, e alegrar quem está doente (bis)
7 – O senhor dono da casa, está com a mão na fechadura (bis)
8 – O senhor sabe quando custa, caminhar de noite escura (bis)
9 – O senhor don da casa, não se faça um rogado (bis)
10 – Venha nos abrir a porta, o nosso terno esta cansado (bis)
11 – Porta aberta e luz acesa, é sinal de alegria (bis)
12 – Entra eu entra meu terno, entra toda a companhia (bis)
Todos
Viva o cravo e viva a rosa
E a flor de sua família
Despedida
1 – Pelos reis que vós nos destes, fica muito agradecido (bis)
2 – Lá no céu vos há de achar, uma cadeira florescida (bis)
3 - Para sentar-se o dono da casa, com toda a sua família (bis)
4 – Boa noite meus senhores, boa noite e passe bem (bis)
Todos
O nosso terno se despede, voltará o ano que vem (bis)
VIDA DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS
1. Vida de São Francisco de Assis
O capítulo sobre a história de São Francisco nunca poderá se considerar concluído mesmo se os escritos dos primeiros biógrafos adundam de detalhes e mesmo se com o passar do tempo enriqueceu-se enormemente o leque de considerações e de hipóteses sobre o seu pensamento. A cada ano os mais conceituados estudiosos, sob a égide da Societá Internazionale di Studi Francescani 9Sociedade Internacional de Estudos Franciscanos), se atualizam sobre a situação, frequentemente com novas teorias que não se referem somente à vida terrena do Santo, mas também e principalmente explicam os movimentos que se desenvolveram a partir de sua pessoa. Configura-se um quadro cada vez mais rico de implicações , mas nunca a tal ponto complexo para que se possa considera-lo esgotado. O pensamento de Francisco, revolucionário na época, encontra hoje ainda maior atualização de espiritualidade e de unidade. Basta pensar que somente alguns anos atrás João Paulo II teve êxito na árdua empresa de concentrar em Assis os líderes religiosos de todas as partes do mundo para junto encontrarem objetivos comuns a serem alcançados. E isso só era possível sob o signo de Francisco. Este episódio nos permite compreender que impacto forte sua figura tem sobre a humanidade
Todavia, nos primeiros anos de sua existência Francisco viveu experiências iguais a seus coetâneos, dividindo com eles incertezas e entusiasmo, errando frequentemente, juntando-se a grupos despreocupados com o único objetivos de tomar agradável o próprio quotidiano.
Nasceu no frio inverno de 1182 de uma família de Assis. De Pietro de Bernardone, mercante de tecidos e de Dona Pica. Veio à luz enquanto seu pai estava voltando de uma longa viagem da Porvença. Sua mãe já havia escolhido o nome João para o recém nascido, mas o pai logo quis muda-lo para Francisco. Transcorreu a infância entre mil atenções, como se sua mãe tivesse tido a intuição de poupar a Francisco qualquer perigo e prepara-lo para a importante tarefa que, mais cedo ou mais tarde, ele teria enfrentado. Estudou o latim, o provençal, o vulgar, a matemática (o pai queria que se tornasse um bom contável para trabalhar no comércio), a música e o canto. Assim sua juventude transcoria entre o estudo, a colaboração com o pai, e a “alegre companhia” dos amigos, os jovens que se reuniam à noite para se divertirem.. Foi até mesmo coroado rei dos banquetes e dos bailes pois conseguia, com seu modo de ser, transmitir aquela alegria que sempre acompanha os grupos de jovens. Entre tanta leviandade não faltaram desagradáveis episódios de intolerância . Provavelmente foram exatamente esses momentos de aversão, que mal combinavam com a séria educação que havia recebido de seus pais, a faze-lo refletir cada vez mais. Quando um mendigo bateu à sua porta para pedir esmolas, o jovem o expulsou, mas imediatamente correu-lhe atrás pedindo-lhe perdão e pondo em suas mãos um bolsa cheia de moedas.
Quando Assis declarou guerra a Perrugia, foi entre os primeiros a alistar-se, mas suas batalhas duraram pouco pois foi capturado e trancado nas prisões dos inimigos. Ficou prisioneiro duante cerca de um ano: mesmo se corroído pela saudade conseguiu manter a alegria e infundir tranqüilidade aos seus companheiros. Voltou para casa doente: uma longa convalescência que se transformou num indispensável momento de reflexão. Sua tendência belicosa ainda não se havia esgotado: partiu com alguns companheiros para uma empresa militar, mas durante uma para noturna nas proximidades de Spoleto as palavras do Senhor o induziram a desistir. De volta a Assis sentiu uma grande necessidade de doar seus bens para os pobres, com grande contrariedade de seu pai. Diante de um leproso ao invés de fugir, aproximou-se e beijou-o. Este episódio deve ser incluído entre as etapas importantes de uamconversão que estava prestes a explodir. Essa sua atitude criou incredulidade entre os habitantes de Assis, mas principalmente em seu pai que não conseguia aceitar as mudanças do filho, não queria perde-lo tão “miseravelmente”. Entre meditação e solidão transcorria os dias nos arredores de Assis. Poucas centenas de metros fora dos muros da cidade surgia a igrejinha de São Damião, que estava em ruínas. Um antigo crucifixo transmitiu-lhe uma mensagem: “ Conserte a minha casa que está caindo em ruínas”. A frase o acompanhou para o resto da vida. Era evidente que não se referia somente às paredes estragadas do templo. Mas foi exatamente por elas que Francisco iniciou. Vendo alguns tecidos e com o arrecadado comprou os materiais para a restauração. Frente àquele “roubo” seu pai irado, na esperança de “recuperar” o jovem levou-o para junto do Bispo. Era necessário escolher entre aos bens da família ou retornar uma vida normal. Obviamente escolheu a renúncia. Só assim sua conversão podia iniciar de maneira decisiva.
Tinha mudado sua existência. E neste ínterim seus feitos ultrapassaram os confins da cidade. |Perto de Gubbio todos falavam de um mendigo que vestido de trapos tinha conseguido aplacar um lobo que até então havia espalhado pânico e morte.Mas os primeiros seguidores eram de Assis: Bernardo de Quintavalle, Pietro Cattani, Egidio e Filippo. O lugar escolhido para hospedar a comunidade edra um bosque situado na planície, há três quilômetros fora de Assis onde surgia uma igrejinha: a Porziuncula (Porciúncula). Provavelmente, foi a contínua afluência de novos companheiros que induziu Francisco a criar uma Regra que definisse os programas. A Ordem religiosa denominada dos Frades Menores, nasceu, desta forma, em 1209, aprovada oralmente pelo papa Inocêncio III (que anteriormente tinha tido a visão da Basílica Lateranense em ruínas e um homem, Francisco, que a sustentava). Eram os anos em que Clara de Assois muitas vezes aproximava-se ao “Poverello” (Pobrezinho). Foram contactos tão intensos que provocaram a conversão da jovem, que renunciou aos bens terrenos e fundou a ordem das “Povere Dame” (Pobres Damas), sua Irmã e a própria mãe. O futuro será rico de eventos extraordinários, gerados pelas numerosas pregações de Francisco e de seus companheiros. Neste período recebe em doação do Conde Orlando de Chuisi o Monte dela Verna. Em 1216 obtém do papa Honório III a Indulgência da Porciúncula, a mais importante da cristandade depois daquela da Terra Santa. Após tentar uma viagem ao Marrocos, que porém se concluiu na Espanha (enquanto seus irmãos andavam por toda a Europa, chegou em Acri e Damieta (1219), na corte do sultão Melekel-Kamel e, em seguida, na Palestina. Mas essas longas viagens haviam seriamente comprometido sua saúde: decidiu portanto dedicar-se às pregações em lugares menos distante. Em Fontecolombo, perto de Rieti, escreve uma nova Regra aprovada por Honório III. Em Greccio institui o Presépio, dando origem a uma das tradições mais amadas pela cristandade. Em 1224, no Monte Della Verna, recebe o maior reconhecimento do Senhor: os estigmas. Todavia Francisco não poderá mais estar materialmente presente entre as pessoas: doente, è induzido pelos confrades a retirar-se e repousar. Santa Clara e suas irmãs o tratam em São Damião e é neste período que ele dita o Cândico das Criaturas, um texto de grande lirismo de onde emergem com força os ideais franciscanos. Pode para ser levado à Porciúncula, pois percebe que será prestes a deixar a esfera terrena, e abandona-se sobre a nua e amiga terra. Era o dia 3 de outubro de 1226. Somente dois anos mais tarde Gregório IX o declara Santo.
Aquela data não conclui a presença Franciscana no mundo. Pelo contrário a mensagem torna-se cada vez mais forte com o passar dos séculos.
Frei Paulo Zanatta
Rua Coronel Salgado
Vila da Quinta
96 222 000 Rio Grande –RS
paulofz@gmail.com
Fonte de pesquisa: São Francisco de Assis
Escritos e biografia de Sção Francisco de Assis
Crônica e outros testemunhos do primediro século franciscano
Editora Vozes
O capítulo sobre a história de São Francisco nunca poderá se considerar concluído mesmo se os escritos dos primeiros biógrafos adundam de detalhes e mesmo se com o passar do tempo enriqueceu-se enormemente o leque de considerações e de hipóteses sobre o seu pensamento. A cada ano os mais conceituados estudiosos, sob a égide da Societá Internazionale di Studi Francescani 9Sociedade Internacional de Estudos Franciscanos), se atualizam sobre a situação, frequentemente com novas teorias que não se referem somente à vida terrena do Santo, mas também e principalmente explicam os movimentos que se desenvolveram a partir de sua pessoa. Configura-se um quadro cada vez mais rico de implicações , mas nunca a tal ponto complexo para que se possa considera-lo esgotado. O pensamento de Francisco, revolucionário na época, encontra hoje ainda maior atualização de espiritualidade e de unidade. Basta pensar que somente alguns anos atrás João Paulo II teve êxito na árdua empresa de concentrar em Assis os líderes religiosos de todas as partes do mundo para junto encontrarem objetivos comuns a serem alcançados. E isso só era possível sob o signo de Francisco. Este episódio nos permite compreender que impacto forte sua figura tem sobre a humanidade
Todavia, nos primeiros anos de sua existência Francisco viveu experiências iguais a seus coetâneos, dividindo com eles incertezas e entusiasmo, errando frequentemente, juntando-se a grupos despreocupados com o único objetivos de tomar agradável o próprio quotidiano.
Nasceu no frio inverno de 1182 de uma família de Assis. De Pietro de Bernardone, mercante de tecidos e de Dona Pica. Veio à luz enquanto seu pai estava voltando de uma longa viagem da Porvença. Sua mãe já havia escolhido o nome João para o recém nascido, mas o pai logo quis muda-lo para Francisco. Transcorreu a infância entre mil atenções, como se sua mãe tivesse tido a intuição de poupar a Francisco qualquer perigo e prepara-lo para a importante tarefa que, mais cedo ou mais tarde, ele teria enfrentado. Estudou o latim, o provençal, o vulgar, a matemática (o pai queria que se tornasse um bom contável para trabalhar no comércio), a música e o canto. Assim sua juventude transcoria entre o estudo, a colaboração com o pai, e a “alegre companhia” dos amigos, os jovens que se reuniam à noite para se divertirem.. Foi até mesmo coroado rei dos banquetes e dos bailes pois conseguia, com seu modo de ser, transmitir aquela alegria que sempre acompanha os grupos de jovens. Entre tanta leviandade não faltaram desagradáveis episódios de intolerância . Provavelmente foram exatamente esses momentos de aversão, que mal combinavam com a séria educação que havia recebido de seus pais, a faze-lo refletir cada vez mais. Quando um mendigo bateu à sua porta para pedir esmolas, o jovem o expulsou, mas imediatamente correu-lhe atrás pedindo-lhe perdão e pondo em suas mãos um bolsa cheia de moedas.
Quando Assis declarou guerra a Perrugia, foi entre os primeiros a alistar-se, mas suas batalhas duraram pouco pois foi capturado e trancado nas prisões dos inimigos. Ficou prisioneiro duante cerca de um ano: mesmo se corroído pela saudade conseguiu manter a alegria e infundir tranqüilidade aos seus companheiros. Voltou para casa doente: uma longa convalescência que se transformou num indispensável momento de reflexão. Sua tendência belicosa ainda não se havia esgotado: partiu com alguns companheiros para uma empresa militar, mas durante uma para noturna nas proximidades de Spoleto as palavras do Senhor o induziram a desistir. De volta a Assis sentiu uma grande necessidade de doar seus bens para os pobres, com grande contrariedade de seu pai. Diante de um leproso ao invés de fugir, aproximou-se e beijou-o. Este episódio deve ser incluído entre as etapas importantes de uamconversão que estava prestes a explodir. Essa sua atitude criou incredulidade entre os habitantes de Assis, mas principalmente em seu pai que não conseguia aceitar as mudanças do filho, não queria perde-lo tão “miseravelmente”. Entre meditação e solidão transcorria os dias nos arredores de Assis. Poucas centenas de metros fora dos muros da cidade surgia a igrejinha de São Damião, que estava em ruínas. Um antigo crucifixo transmitiu-lhe uma mensagem: “ Conserte a minha casa que está caindo em ruínas”. A frase o acompanhou para o resto da vida. Era evidente que não se referia somente às paredes estragadas do templo. Mas foi exatamente por elas que Francisco iniciou. Vendo alguns tecidos e com o arrecadado comprou os materiais para a restauração. Frente àquele “roubo” seu pai irado, na esperança de “recuperar” o jovem levou-o para junto do Bispo. Era necessário escolher entre aos bens da família ou retornar uma vida normal. Obviamente escolheu a renúncia. Só assim sua conversão podia iniciar de maneira decisiva.
Tinha mudado sua existência. E neste ínterim seus feitos ultrapassaram os confins da cidade. |Perto de Gubbio todos falavam de um mendigo que vestido de trapos tinha conseguido aplacar um lobo que até então havia espalhado pânico e morte.Mas os primeiros seguidores eram de Assis: Bernardo de Quintavalle, Pietro Cattani, Egidio e Filippo. O lugar escolhido para hospedar a comunidade edra um bosque situado na planície, há três quilômetros fora de Assis onde surgia uma igrejinha: a Porziuncula (Porciúncula). Provavelmente, foi a contínua afluência de novos companheiros que induziu Francisco a criar uma Regra que definisse os programas. A Ordem religiosa denominada dos Frades Menores, nasceu, desta forma, em 1209, aprovada oralmente pelo papa Inocêncio III (que anteriormente tinha tido a visão da Basílica Lateranense em ruínas e um homem, Francisco, que a sustentava). Eram os anos em que Clara de Assois muitas vezes aproximava-se ao “Poverello” (Pobrezinho). Foram contactos tão intensos que provocaram a conversão da jovem, que renunciou aos bens terrenos e fundou a ordem das “Povere Dame” (Pobres Damas), sua Irmã e a própria mãe. O futuro será rico de eventos extraordinários, gerados pelas numerosas pregações de Francisco e de seus companheiros. Neste período recebe em doação do Conde Orlando de Chuisi o Monte dela Verna. Em 1216 obtém do papa Honório III a Indulgência da Porciúncula, a mais importante da cristandade depois daquela da Terra Santa. Após tentar uma viagem ao Marrocos, que porém se concluiu na Espanha (enquanto seus irmãos andavam por toda a Europa, chegou em Acri e Damieta (1219), na corte do sultão Melekel-Kamel e, em seguida, na Palestina. Mas essas longas viagens haviam seriamente comprometido sua saúde: decidiu portanto dedicar-se às pregações em lugares menos distante. Em Fontecolombo, perto de Rieti, escreve uma nova Regra aprovada por Honório III. Em Greccio institui o Presépio, dando origem a uma das tradições mais amadas pela cristandade. Em 1224, no Monte Della Verna, recebe o maior reconhecimento do Senhor: os estigmas. Todavia Francisco não poderá mais estar materialmente presente entre as pessoas: doente, è induzido pelos confrades a retirar-se e repousar. Santa Clara e suas irmãs o tratam em São Damião e é neste período que ele dita o Cândico das Criaturas, um texto de grande lirismo de onde emergem com força os ideais franciscanos. Pode para ser levado à Porciúncula, pois percebe que será prestes a deixar a esfera terrena, e abandona-se sobre a nua e amiga terra. Era o dia 3 de outubro de 1226. Somente dois anos mais tarde Gregório IX o declara Santo.
Aquela data não conclui a presença Franciscana no mundo. Pelo contrário a mensagem torna-se cada vez mais forte com o passar dos séculos.
Frei Paulo Zanatta
Rua Coronel Salgado
Vila da Quinta
96 222 000 Rio Grande –RS
paulofz@gmail.com
Fonte de pesquisa: São Francisco de Assis
Escritos e biografia de Sção Francisco de Assis
Crônica e outros testemunhos do primediro século franciscano
Editora Vozes
Assinar:
Postagens (Atom)